Economia do Chile

A economia do Chile é a mais forte e dinâmica da América Latina,, sendo diversificada e aberta a reformas, conseguindo ao mesmo tempo implementar níveis de proteção social aos mais pobres que ajudam a diminuir a pobreza em geral. Apesar de o crescimento ter abrandando na presente década, o futuro continua em um tom otimista.

Elementos gerais

A economia do Chile é habitualmente considerada como a mais desenvolvida e competitiva da América Latina, ainda que não seja a maior (esse “posto” pertence ao Brasil). O Chile tornou-se o país com o rendimento per capita mais elevado da América Latina em 2006 e o primeiro país da região a aderir à OCDE, em 2010.
O país instituiu um programa de reformas econômicas nas décadas de 70 e 80 do século XX, sob a influência doutrinal dos “Chicago Boys” e durante o regime militar de Pinochet. A abertura democrática da década de 90 não alterou de forma significativa as reformas tomadas, tendo todavia instituído novos programas sociais procurando diminuir os níveis de pobreza.
O compromisso foi conseguido, com o país a conseguir ultrapassar os efeitos da crise asiática de 1997-98 e a manter, ao longo dos primeiros anos do século XX, crescimentos anuais do PIB entre os 5 e os 7%, de forma consistente.

Principais setores da economia

A agricultura e a extração de minério são setores tradicionalmente importantes da economia chilena, com a exploração de florestas, o salmão (sendo o país o segundo maior produtor do mundo deste peixe) e o vinho suas principais referências. Entretanto, o setor dos serviços é também muito importante, principalmente a finança e o turismo. A própria capital do país, Santiago, inclui um bairro cuja características de concentração de serviços financeiros levaram a que tenha sido chamado de Sanhattan, numa homenagem a seu homônimo Manhattan de New York. Os chilenos estão também entre os que mais utilizam as novas tecnologias na América Latina, com taxas de utilização bem elevadas. O país é dos maiores usuários de online banking da região, e os chilenos utilizam a internet também para encontros on-line, tanto para namoro quanto para aventuras ocasionais, acessar às redes sociais, etc.

Perspectivas futuras

De acordo com um relatório da OCDE publicado em maio de 2018, a economia chilena deverá crescer 3,6%/ano nos próximos anos. Apesar da despesa pública ter subido, a consolidação fiscal deverá permitir ao governo para investimentos necessários, nas áreas da educação, saúde e infraestruturas. A OCDE prevê também um crescimento dos salários reais, subindo acima da inflação.

Apoio

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
Associação latino-americana de integração
Gobierno de Chile
Asexma Chile A.G.
Banco Central
Federação das Indústrias do Estado de São Paulo
International Finance Corporation
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social
Banco do Brasil
Caixa Econômica Federal
Governo do Estado de São Paulo
SEBRAE
Gol - linhas aéreas inteligentes
Rede Globo
Banco HSBC